A LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados - Lei nº 13.709/2018) é a legislação brasileira que regula o tratamento de dados pessoais, estabelecendo diretrizes para empresas e organizações sobre coleta, armazenamento, uso e compartilhamento dessas informações.

sexta-feira, 10 de abril de 2026

Catálogo de Batismos em Bom Jardim/PE de 1889 a 1899

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Esse texto revela nomes em registros históricos valiosos no FamilySearch que possibilitarão a consulta dos nomes de filhos e pais antes de encarar transcrições de registros de batismos. Para ter acesso as imagens, clique aqui para acessar o livro de batismos  e neste artigo serão revelados 100 nomes dos batizados.


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1. João, filho de Antônio Francisco Pereira e Maria Francisca da Sulidade.

2. Herculano, filho de José Cândido Rodrigues e Antônia Maria da Conceição.


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3. Maria, filha de José Ferreira Barbosa e Ângela Maria da Conceição.

4. Anna, filha de Ignácio Braz de Carvalho Nóbrega e Guilhermina Digna de Jesus.

5. Severino, filho de Francisco Alves de Barros.


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6. Bernarda, filha de Joaquina Maria de Jesus.

7. Maria, filha de Francisco Rodrigues da Cruz e Lauriana Maria do Espírito Santo.

8. Olympia, filha de José Francisco da Silva e Anna Barbosa da Silva.


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9. Josepha, filha de Manoel Joaquim Ferreira e Anna Joaquina do Espírito Santo.

10. Manoel, filho de Guilherme Thomé da Costa Barreto e Maria Germina de Miranda.


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11. Anna, filha de Balbina Maria da Conceição.

12. Antônia, filha de Francisco José Santiago e Generosa Maria da Conceição.

13. Manoel, filho de Manoel Francisco da Silva e Maria Thereza de Jesus.


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14. Severino, filho de Carlos Gonçalves da Costa Lima e Assunção Cavalcante.

15. João Francisco, filho de José Francisco Xavier da Fonceca e Antônia Thereza de Jesus.


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16. Josepha, filha de José Joaquim de Sant'anna e Joaquina Maria da Conceição.

17. Balbina, filha de Epriphanio José Pereira e Josepha Maria da Purificação.

18. José, filho de Manoel Baptista Falcão e Cicília Francisca de Mello.


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19. José, filho de Gervasio Gomes de Oliveira e Florência Maria da Conceição.

20. Benedicto, filho do Capitão José Quirino de Faria Leite e Antônia de Faria.


Bom Jardim (PE): história local e caminhos genealógicos no agreste pernambucano

A investigação genealógica no interior de Pernambuco encontra em Bom Jardim um território fértil para a reconstrução de trajetórias familiares. Situado no agreste, o município reúne elementos históricos, religiosos e administrativos que contribuíram para a formação de núcleos familiares ao longo do tempo. Compreender sua origem e desenvolvimento permite ao pesquisador identificar vínculos, sobrenomes recorrentes e processos de ocupação que marcaram gerações.

A formação de Bom Jardim está associada à expansão de fazendas e à organização de povoados que cresceram em torno de atividades rurais e da religiosidade local. De forma indireta, registros históricos indicam que a localidade se desenvolveu a partir de um núcleo inicial que ganhou importância administrativa com o passar dos anos (IBGE, s.d.). Em citação direta, observa-se que “o crescimento do povoado esteve ligado à atividade agrícola e à organização social da região” (PREFEITURA DE BOM JARDIM, s.d.), evidenciando a relação entre economia e fixação populacional. 


Figura 1 - Bom Jardim 141 anos de Emancipação Política

Fonte: Matriz de Santana (2012)


No campo genealógico, a presença de registros paroquiais e civis torna-se fundamental. Bases especializadas apontam que documentos como batismos, casamentos e óbitos são essenciais para rastrear famílias locais (FAMILYSEARCH, 2023). Esses registros permitem identificar padrões de parentesco, alianças matrimoniais e continuidade de sobrenomes, elementos indispensáveis para a construção de árvores genealógicas.

Um aspecto relevante da história local está ligado ao processo de emancipação política, que consolidou Bom Jardim como município independente. Esse momento marcou uma reorganização administrativa e fortaleceu a identidade da população. De forma indireta, relatos indicam que celebrações e eventos comemorativos reforçam a memória coletiva e valorizam a trajetória histórica da cidade (DIMAS SANTOS, 2025). Tais manifestações contribuem para preservar a história das famílias que participaram desse processo.

Outro ponto importante refere-se ao papel da Igreja na formação social. Assim como em outras localidades do Nordeste, a instituição religiosa desempenhou função central na organização comunitária e na produção de registros históricos. Esses documentos, muitas vezes preservados em arquivos e dioceses, constituem fontes primárias para a genealogia.

Além disso, a evolução urbana e social de Bom Jardim reflete transformações mais amplas ocorridas no agreste pernambucano. O crescimento populacional e a diversificação econômica contribuíram para a ampliação das redes familiares e para a circulação de pessoas entre diferentes regiões. Em citação da citação, observa-se que a dinâmica de ocupação do interior nordestino esteve ligada à formação de redes sociais baseadas em parentesco e trabalho (IBGE, s.d.; FAMILYSEARCH, 2023).

Ao longo do tempo, a memória local também passou a ser registrada em diferentes formatos, incluindo produções audiovisuais e conteúdos digitais. Esses materiais complementam as fontes tradicionais e ampliam o acesso à história da cidade, permitindo novas formas de investigação genealógica.

Diante desse conjunto de informações, é possível compreender que a genealogia em Bom Jardim não se limita à identificação de nomes e datas. Trata-se de um processo que envolve a análise de contextos históricos, relações sociais e transformações territoriais. Ao reunir documentos, relatos e registros institucionais, o pesquisador constrói uma narrativa mais ampla sobre a formação das famílias no agreste pernambucano.

A análise da história de Bom Jardim demonstra que a pesquisa genealógica exige uma abordagem integrada, capaz de articular fontes diversas e interpretar lacunas documentais. Nesse sentido, compreender o desenvolvimento do município permite identificar padrões de migração, alianças familiares e permanência de sobrenomes ao longo do tempo. Ao valorizar registros paroquiais, arquivos públicos e memórias coletivas, o pesquisador amplia as possibilidades de reconstrução histórica. Assim, a genealogia deixa de ser apenas um levantamento de dados e se transforma em um instrumento de compreensão social, revelando como indivíduos e famílias contribuíram para a formação de comunidades e para a construção da identidade regional.


Aviso importante

Os dados da árvore genealógica apresentados neste artigo foram extraídos do FamilySearch na data da publicação. Por isso, eventuais alterações feitas depois nos perfis das pessoas citadas na plataforma não aparecerão automaticamente aqui. Este conteúdo registra o estado da pesquisa naquele momento e serve como referência da versão consultada pelos leitores.


Declaração de Originalidade

O presente artigo foi produzido a partir de pesquisa autoral, com base em fontes históricas, documentais e bibliográficas devidamente referenciadas e passou por verificação de similaridade textual com ferramentas profissionais de detecção de plágio. As fontes utilizadas estão devidamente citadas, respeitando direitos autorais e boas práticas editoriais.



Texto de Eugênio Pacelly Alves



Referências bibliográficas:

A história de Bom JardimDisponível em: >(A história de Bom Jardim (Canal Youtube Cadeira do Coroné))<. Acesso em 04 de fevereiro de 2026.

ARAÚJO, Bruno Barbosa de. A história de Bom Jardim. 2012. Fotografia monocromática. Disponível em: >(Bom Jardim 141 anos de Emancipação Política (Matriz de Santana))<. Acesso em 04 de fevereiro de 2026.

Bom Jardim. Registros de Nascimento, janeiro de 1889–setembro de 1899Disponível em: >(Bom Jardim. Registros de nascimento janeiro de 1889–setembro de 1899 (FamilySearch))<. Acesso em 06 de fevereiro de 2026.

Bom Jardim: O município que deu origem a 15 cidadesDisponível em: >(Bom Jardim: O município que deu origem a 15 cidades (Instagram @portalbomjardimoficial))<. Acesso em 12 de março de 2025.

Bom Jardim comemora 154 anos de Emancipação Política com festa, fé e reconhecimento à história localDisponível em: >(Bom Jardim comemora 154 anos de Emancipação Política com festa, fé e reconhecimento à história local (Blog do Dimas Santos))<. Acesso em 06 de fevereiro de 2026.

Bom Jardim, Pernambuco, Brasil - GenealogiaDisponível em: >(Bom Jardim, Pernambuco, Brasil - Genealogia (FamilySearch))<. Acesso em 14 de março de 2025.

História do municípioDisponível em: >(História do município (Prefeitura Bom Jardim))<. Acesso em 14 de março de 2025.

terça-feira, 7 de abril de 2026

Maurício de Nassau no Nordeste do Brasil

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A presença de Maurício de Nassau no Nordeste brasileiro marcou um período de profundas transformações políticas, urbanas e sociais. Sua atuação, ligada à ocupação holandesa, contribuiu para mudanças que influenciaram diretamente a organização das populações locais e, consequentemente, a formação de famílias e linhagens na região.

Oriundo da Europa, Nassau assumiu o governo das possessões holandesas no Brasil em um contexto de disputas territoriais com a Coroa portuguesa. Sua administração destacou-se por medidas voltadas à urbanização, incentivo às artes e reorganização econômica. Conforme apontado em estudos históricos, “seu governo foi caracterizado por políticas de tolerância religiosa e investimentos em infraestrutura” (BRASIL ESCOLA, s.d.). Essa abordagem diferenciada contribuiu para a atração de diversos grupos sociais, ampliando a diversidade populacional.

No campo genealógico, esse período apresenta relevância significativa. A reorganização das cidades e o estímulo à permanência de colonos favoreceram o estabelecimento de núcleos familiares mais estruturados. De forma indireta, pesquisas indicam que a presença holandesa possibilitou maior circulação de pessoas e registros, o que impactou a formação de novas linhagens (MUNDO EDUCAÇÃO, s.d.). Além disso, a convivência entre diferentes culturas resultou em interações que influenciaram costumes e relações familiares.

Durante sua gestão, Recife passou por um processo de modernização urbana. De acordo com levantamento histórico, Nassau promoveu a construção de pontes, canais e edifícios administrativos, transformando a paisagem local (MULTIRIO, s.d.). Em citação direta, observa-se que “o governo de Nassau buscou organizar a cidade com base em modelos europeus” (TODA MATÉRIA, s.d.). Essas intervenções não apenas modificaram o espaço físico, mas também criaram condições para o crescimento populacional e fixação de famílias.

Um episódio relevante desse período foi a consolidação de Recife como centro administrativo do domínio holandês. Esse processo deslocou o eixo político da região, atraindo comerciantes, religiosos e profissionais diversos. Tal movimento intensificou a dinâmica social e contribuiu para a formação de registros documentais mais consistentes, fundamentais para pesquisas genealógicas. A presença de estudiosos e artistas também colaborou para a produção de relatos e imagens que hoje auxiliam na reconstrução histórica.

Outro aspecto importante refere-se às residências associadas à figura de Nassau. Registros indicam que propriedades atribuídas ao governador, como edificações em áreas estratégicas, simbolizavam o poder administrativo e a organização territorial (G1, 2022). Em citação indireta, essas construções refletem a tentativa de consolidar uma presença duradoura no território (ACBH, s.d.). Tais espaços, além de sua função política, integravam o cotidiano social e influenciavam a ocupação urbana ao redor.

A administração de Nassau também ficou marcada por uma relativa liberdade religiosa, permitindo a convivência entre diferentes crenças. Esse fator teve impacto direto na formação de comunidades, pois possibilitou que grupos distintos mantivessem suas tradições e estabelecessem vínculos familiares em um ambiente menos restritivo. Segundo análise, “a tolerância religiosa foi um dos elementos que diferenciaram sua gestão” (BRASIL PARALELO, 2024).

Por fim, o período do Brasil holandês sob Maurício de Nassau revela um cenário de transformações que ultrapassam o campo político. A reorganização urbana, a diversidade cultural e a produção de registros contribuíram para a formação de estruturas familiares que ainda podem ser rastreadas. Para a genealogia, compreender esse contexto é fundamental, pois permite identificar conexões entre indivíduos, territórios e acontecimentos que moldaram a história social do Nordeste brasileiro.


Declaração de Originalidade

O presente artigo foi produzido a partir de pesquisa autoral, com base em fontes históricas, documentais e bibliográficas devidamente referenciadas e passou por verificação de similaridade textual com ferramentas profissionais de detecção de plágio. As fontes utilizadas estão devidamente citadas, respeitando direitos autorais e boas práticas editoriais.



Texto adaptado por Natália Cardoso



Referências bibliográficas:

Casa vermelha em Olinda pertenceu a Maurício de Nassau? Entenda história contada na cidadeDisponível em: >(Casa vermelha em Olinda pertenceu a Maurício de Nassau? Entenda história contada na cidade (G1))<. Acesso em 04 de março de 2025.

Categoria reservada para episódios e histórias do tempo de Maurício de Nassau escritas por Johan SchefferDisponível em: >(Categoria reservada para episódios e histórias do tempo de Maurício de Nassau escritas por Johan Scheffer (ACBH))<. Acesso em 07 de março de 2025.

Governo de Maurício de NassauDisponível em: >(Governo de Maurício de Nassau (MultiRio))<. Acesso em 04 de março de 2025.

Maurício de NassauDisponível em: >(Maurício de Nassau (Brasil Escola))<. Acesso em 04 de março de 2025.

Maurício de NassauDisponível em: >(Maurício de Nassau (Mundo Educação))<. Acesso em 07 de março de 2025.

Maurício de NassauDisponível em: >(Maurício de Nassau (Toda Matéria))<. Acesso em 16 de março de 2025.

Maurício de Nassau - biografia e realizações do governador do Brasil holandêsDisponível em: >(Maurício de Nassau - biografia e realizações do governador do Brasil holandês (Brasil Paralelo))<. Acesso em 04 de março de 2025.

sexta-feira, 3 de abril de 2026

Origem do sobrenome Xerez e algumas genealogias na região Nordeste do Brasil

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Um oferecimento da Rubble Assessoria de Investimentos

A investigação genealógica do sobrenome Xerez revela uma trajetória marcada por deslocamentos, vínculos locais e registros que atravessam séculos. Presente em bases digitais e estudos históricos, esse nome aparece associado a famílias que se estabeleceram sobretudo no Nordeste do Brasil, com destaque para o Ceará. A busca por suas origens permite compreender não apenas linhagens, mas também contextos sociais e acontecimentos que moldaram essas famílias ao longo do tempo.

Os levantamentos disponíveis em plataformas genealógicas indicam que o sobrenome Xerez possui registros distribuídos em diferentes regiões, com maior incidência em territórios de colonização portuguesa. Conforme apontado em base de dados especializada, “o sobrenome Xerez apresenta ocorrência relevante em registros históricos ligados à Península Ibérica e suas áreas de influência” (FAMILYSEARCH, 2023). De forma complementar, outro repositório genealógico sugere que o nome pode ter variações ortográficas ao longo dos séculos, o que exige atenção na análise documental (GENEANET, 2023).

No contexto cearense, o sobrenome ganha maior densidade histórica. Estudos regionais mencionam figuras como o capitão-mor José de Xerez Furna Uchoa, cuja atuação está relacionada à organização territorial e administrativa em períodos coloniais. Segundo publicação do Instituto do Ceará, “a presença de lideranças locais com o sobrenome Xerez evidencia sua inserção nas estruturas de poder da época” (INSTITUTO DO CEARÁ, 2007). Esse dado reforça a importância do nome na formação de núcleos familiares influentes.

Um episódio relevante que contribui para compreender esse cenário está ligado às dinâmicas de ocupação e defesa territorial no interior nordestino. Durante esse período, conflitos por terras, expansão de fazendas e relações com populações locais marcaram profundamente a organização social. Nesse contexto, membros da família Xerez participaram ativamente dessas transformações, atuando como agentes administrativos ou proprietários rurais, o que consolidou sua presença em determinadas localidades.

Essa perspectiva ajuda a entender como o sobrenome Xerez se perpetuou por meio de alianças, casamentos e transmissão de bens.

Além das fontes acadêmicas, registros contemporâneos e memórias familiares compartilhadas em ambientes digitais ampliam o acesso à história dessas linhagens. Em publicação recente, destaca-se a valorização da ancestralidade como elemento de identidade, reforçando o interesse atual pela genealogia (GASPAR, 2025). Nesse sentido, a reconstrução da história dos Xerez também dialoga com práticas modernas de preservação da memória.

Por fim, a análise do sobrenome Xerez evidencia a importância da pesquisa genealógica como ferramenta para compreender trajetórias familiares e contextos históricos mais amplos. Ao cruzar dados de diferentes fontes, é possível reconstruir narrativas que conectam indivíduos, territórios e acontecimentos, contribuindo para uma visão mais completa da história social brasileira.

 

Sobral: formação histórica e memórias familiares no norte do Ceará

A cidade de Sobral, situada na região norte do Ceará, constitui um importante cenário para estudos genealógicos no Brasil. Sua formação reúne elementos religiosos, administrativos e sociais que contribuíram para a fixação de famílias e para a construção de vínculos duradouros. Investigar a história local permite compreender como sobrenomes e linhagens se consolidaram ao longo do tempo, conectando indivíduos a processos mais amplos de ocupação do território.

A origem de Sobral remonta a um processo gradual de povoamento, associado à expansão de fazendas e à presença de missões religiosas. Conforme registros institucionais, a localidade se desenvolveu a partir de núcleos que cresceram ao redor de atividades agropecuárias e da organização eclesiástica (PREFEITURA DE SOBRAL, s. d.). Nesse contexto, a criação da vila representou um marco administrativo relevante, pois estruturou juridicamente a região e favoreceu o surgimento de registros civis e religiosos essenciais para a pesquisa genealógica. De acordo com estudo histórico, “a instalação da vila consolidou a organização política e social do território, permitindo maior controle administrativo e expansão urbana” (INSTITUTO DO CEARÁ, 1988).

A presença da Igreja Católica desempenhou papel central nesse processo. Registros paroquiais, como batismos e casamentos, tornaram-se fontes primárias para a reconstrução de famílias. Segundo informações institucionais, Sobral destacou-se como um centro religioso significativo, com a criação de estruturas eclesiásticas que fortaleceram a vida comunitária (DIOCESE DE SOBRAL, 2023). Em citação direta, destaca-se que a cidade é reconhecida como “um espaço de fé e tradição, marcado pela influência da Igreja na formação de sua identidade” (DIOCESE DE SOBRAL, 2023). Esses registros, preservados ao longo do tempo, permitem rastrear gerações e compreender relações familiares.

Um episódio histórico relevante ocorrido na região reforça a importância de Sobral no cenário nacional. Durante o início do século XX, a cidade foi palco de uma observação científica de repercussão internacional, relacionada à comprovação de teorias físicas por meio de um fenômeno astronômico. Esse acontecimento atraiu pesquisadores estrangeiros e projetou Sobral para além das fronteiras regionais, evidenciando sua relevância não apenas histórica, mas também científica. Tal fato demonstra como eventos pontuais podem influenciar a memória coletiva e, indiretamente, a documentação histórica local.

Do ponto de vista demográfico, levantamentos oficiais indicam que o crescimento populacional de Sobral acompanhou transformações econômicas e administrativas ao longo do tempo (IBGE, 2010). 

A tradição arquitetônica e religiosa também compõe esse cenário. A Catedral de Nossa Senhora da Conceição, considerada um dos marcos da cidade, simboliza a permanência de práticas culturais e religiosas que atravessam gerações. Em referência indireta, observa-se que tais espaços funcionam como pontos de memória coletiva, onde se cruzam histórias familiares e eventos comunitários (DIOCESE DE SOBRAL, 2023).

Em síntese, a história de Sobral oferece um campo fértil para a genealogia, ao reunir documentação, tradição e acontecimentos marcantes. A análise de suas origens e transformações permite reconstruir trajetórias familiares com maior profundidade, evidenciando como o passado local se entrelaça com a formação de identidades ao longo do tempo.

 

Algumas genealogias na região Nordeste do Brasil

Oferecemos este breve ensaio genealógico da família Xerez no Ceará, tendo como ponto de partida, Theodolinda Xerez, nascida aproximadamente em 1872 em Sobral/CE, filha de Francisco Antônio de Xerez Linhares e Teodolina Francisca Duarte e em 07 de novembro de 1891 em Sobral/CE se casou com João Baptista Frota, ele sendo filho de Francisco Ribeiro Lima de Maria e Maria dos Anjos Menezes. Desse matrimônio tiveram 09 filhos.

 

Com a intenção de ampliar as pesquisas sobre possíveis ascendentes estrangeiros com sobrenome Xerez na região Nordeste do Brasil, seguem mais alguns dados relevantes:

Bahia: 

Sergipe: 

Alagoas: 

Pernambuco: 

Paraíba: 

Rio Grande do Norte: 

Ceará: João de Sousa Xerez, nascido em 1882 em Acaraú/CE e se casou com Francisca Laurinda de Souza, ela sendo filha de Salustiano de Souza Mendes e Raimunda Francisca da Conceição. Desse matrimônio tiveram 11 filhos.

Piauí: 

Maranhão: 

 

A busca pela origem do sobrenome Xerez conduz a um percurso que parte da tradição ibérica e encontra no Nordeste brasileiro um campo singular de investigação. Registros genealógicos indicam a presença desse nome em contextos ligados à colonização portuguesa, ainda que sua distribuição territorial não tenha ocorrido de maneira homogênea. Em análise indireta, bases documentais apontam que a ocorrência do sobrenome se apresenta de forma concentrada em determinadas regiões (FAMILYSEARCH, 2023).

Durante levantamento realizado na plataforma FamilySearch, um dado inesperado alterou o rumo da investigação. Ao examinar registros entre o final do século XVIII e o início do século XX, não foram identificadas ocorrências do sobrenome Xerez em outros estados do Nordeste, como Bahia ou Pernambuco, sendo o Ceará o único ponto de incidência contínua. Em citação direta, observa-se que “os registros disponíveis indicam concentração geográfica específica para determinados sobrenomes” (FAMILYSEARCH, 2023), o que reforça a singularidade do caso.

Essa constatação sugere hipóteses relevantes. A primeira delas aponta para a fixação precoce de um tronco familiar no Ceará, com pouca dispersão ao longo das gerações. Outra possibilidade está relacionada às variações ortográficas, que podem ter fragmentado a identificação do sobrenome em documentos históricos. Nesse sentido, como já discutido em estudos genealógicos, “a alteração na grafia dos nomes ao longo do tempo interfere diretamente na rastreabilidade das famílias” (GENEANET, 2023; FAMILYSEARCH, 2023).

A surpresa diante da ausência de registros em outras áreas não encerra a pesquisa, mas amplia suas possibilidades. Pelo contrário, evidencia a necessidade de cruzamento entre fontes civis, paroquiais e manuscritas. O sobrenome Xerez, ao que tudo indica, consolidou-se como um marcador regional, oferecendo ao pesquisador um recorte preciso das dinâmicas familiares no Ceará.


Aviso importante

Os dados da árvore genealógica apresentados neste artigo foram extraídos do FamilySearch na data da publicação. Por isso, eventuais alterações feitas depois nos perfis das pessoas citadas na plataforma não aparecerão automaticamente aqui. Este conteúdo registra o estado da pesquisa naquele momento e serve como referência da versão consultada pelos leitores.


Declaração de Originalidade

O presente artigo foi produzido a partir de pesquisa autoral, com base em fontes históricas, documentais e bibliográficas devidamente referenciadas e passou por verificação de similaridade textual com ferramentas profissionais de detecção de plágio. As fontes utilizadas estão devidamente citadas, respeitando direitos autorais e boas práticas editoriais.



Texto de Eugênio Pacelly Alves



Referências bibliográficas:

A Catedral de Nossa Senhora da Conceição de Sobral, CearáDisponível em: >(A Catedral de Nossa Senhora da Conceição de Sobral, Ceará (Facebook - A Terra de Santa Cruz))<. Acesso em 04 de março de 2025.

A instalação da Vila de SobralDisponível em: >(A instalação da Vila de Sobral (Instituto do Ceará))<. Acesso em 07 de março de 2025.

Capitão-mor José de Xerez Furna UchoaDisponível em: >(Capitão-mor José de Xerez Furna Uchoa (Instituto do Ceará))<. Acesso em 04 de março de 2025.

CASA DO CAPITÃO-MOR, JOSÉ XEREZ DA FURNA UCHÔA, EM SOBRAL, CEARÁDisponível em: >(CASA DO CAPITÃO-MOR, JOSÉ XEREZ DA FURNA UCHÔA, EM SOBRAL, CEARÁ (Instagram - @joaoboscogaspar))<. Acesso em 16 de março de 2025.

História da família XerezDisponível em: >(História da família Xerez (FamilySearch))<. Acesso em 04 de março de 2025.

História. Disponível em: >(História (Prefeitura de Sobral))<. Acesso em 07 de março de 2025.

Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição: Sobral/CEDisponível em: >(Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição: Sobral/CE (IBGE))<. Acesso em 04 de março de 2025.

José de Sousa Xerez. Disponível em: >(https://www.familysearch.org/pt/tree/person/details/G7NP-SJH)<. Acesso em 09 de março de 2025.

Sobrenome Xerez: Origem e significadoDisponível em: >(Sobrenome Xerez: Origem e significado (GENEANET))<. Acesso em 09 de março de 2025.

Sobral, cidade abençoadaDisponível em: >(Sobral, cidade abençoada (Diocese de Sobral))<. Acesso em 21 de fevereiro de 2025.

Theodolinda de Xerez. Disponível em: >(https://www.familysearch.org/pt/tree/person/details/LRMF-Z8K)<. Acesso em 04 de março de 2025.

terça-feira, 31 de março de 2026

Descendentes de Antônia Francellina de Araújo de Florânia/RN de 1900 a 1940

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O artigo publicado aqui neste blog em 05 de fevereiro de 2024 com a apresentação em parte do estudo da genealogia da descendência da família Araújo em Florânia/RN, vem do matrimônio entre de Antônia Francellina de Araújo e Thomaz Lopes de Araújo, ela sendo filha de João Porfírio do Amaral e Maria Joaquina de Jesus. 

Dessa maneira daremos continuidade a partir dos descendentes de Bárbara Francelina de Araújo e dos seus irmãos. Os filhos de Bárbara Francelina são:

1.1. Abdias Medeiros, nascido em 1909 em Caicó/RN.

1.2. João de Medeiros, nascido em 1911 em Caicó/RN.

1.3. Thomaz Honorato Medeiros, nascido aproximadamente em 1912.

1.4. Juliêta Medeiros, nascida em 1913 em Flores/RN e se casou com Eneas Garcia da Cruz, ele sendo filho de Thomaz Garcia da Cruz e Maria Ananias de Araújo. Desse matrimônio tiveram 09 filhos. São eles:

1.4.1. Judith Garcia da Cruz, nascida em 1930 em Flores/RN.

1.4.2. Judite Medeiros Cruz, nascida em 193 em Flores/RN.

1.4.3. Jeacy Cruz,  nascido em 1936.

1.4.4. Julionor Garcia da Cruz,  nascido em 1938 em Flores/RN.

1.4.5. José Garcia da Cruz

1.4.6. Julinor Medeiros Cruz

1.4.7. Manoel do Monte Cruz

1.4.8. Francisco Garcia da Cruz

1.4.9. Lelio Camara da Cruz


1.5. Cícero Honorato de Medeiros,  nascido em 1918 em Flores/RN e se casou com Iracema Virgolino de Souza, ela sendo filha de Júlio Virgolino de Souza e Maria Eugênia Coelho. Desse matrimônio tiveram 03 filhos. São eles:

1.5.1. Maria Auxiliadora, nascida em 1939 em Macau/RN.

1.5.2. Julio Virgolino de Medeiros

1.5.3. Ana Angélica Medeiros de Souza


1.6. Manoel Honorato de Medeiros, nascido em 1924 e se casou em 1ª núpcia com Auta Maria dos Santos. Em 2ª núpcia se casou com Maria de Lourdes de Medeiros, ela sendo filha de Maria Balbina da Conceição. Desse matrimônio tiveram 06 filhos.

Manoel Honorato em 3ª núpcia se casou com Severina Luísa de França. Desse matrimônio tiveram 02 filhos.


1.7. Benigna Medeiros, nascida em 1924 em Florânia/RN.

1.8. Adarilton Medeiros

1.9. Domingos Medeiros

1.10. Francisca Medeiros


Os filhos de Teóphilo Lopes de Araújo são:

2.1. Verano Lopes de Araújo, nascido em 1914 em Caicó/RN e se casou com Olivia Osmira de Araújo, ela sendo filha de Manoel Elviro de Araújo e Maria Emília de Araújo. Desse matrimônio tiveram 06 filhos. São eles:

2.1.1. Maria Lopes, nascida em 1938 em Jucurutu/RN e se casou com Carlos Alberto Ubarana, ele sendo filho de Joaquim Arlindo Ubarana e Eunice Ferreira de Andrade. Desse matrimônio teve 01 filho.

2.1.2. Manoel Geovan Lopes, nascido aproximadamente em 1941.

2.1.3. José Arnóbio de Araújo

2.1.4. José Linduarte Lopes

2.1.5. João

2.1.6. Yvona Olivia Rodrigues



2.2. Verina Lopes de Araújo, nascida em 1915 em Jucurutu/RN e se casou com Izaías Lopes de Araújo, ele sendo filho de Epaminondas Lopes de Araújo e Josefa Lopes de Araújo. Desse matrimônio tiveram 05 filhos.

2.3. Joaquina Lopes de Araújo, nascida aproximadamente em 1916.

2.4. Venina Lopes de Araújo, nascida em 1918 em Jucurutu/RN.

2.5. Ventil Lopes de Araújo, nascido aproximadamente em 1921 e se casou com Maria Gercira de Araújo. Desse matrimônio tiveram 02 filhos.

2.6. Valdemira Lopes de Araújo, nascida em 1924 em Caicó/RN e se casou com Pedro Xavier, ele sendo filho de Fábio Xavier e Joana Xavier. Desse matrimônio teve 01 filho.

2.7. Valdemiro Lopes de Araújo, nascido aproximadamente em 1925.

2.8. Iracema Lopes de Araújo, nascida em 1930 em Caicó/RN e se casou com Leônidas Pereira de Medeiros, ele sendo filho de Joaquim Marcelino de Araújo e Justina Theodomira de Araújo. Desse matrimônio teve 01 filho.

2.9. Crisantene Lopes de Araújo, nascida aproximadamente em 1931.

2.10. Davi Lopes de Araújo, nascido aproximadamente em 1932.

2.11. David Lopes de Araújo, nascido aproximadamente em 1934.

2.12. Dorvial Lopes de Araújo


Os filhos de João Lopes de Araújo são:

3.1. Francisco Tomaz de Araújo, nascido aproximadamente em 1907.

3.2. Manoel Lopes de Araújo, nascido em 1913 em Florânia/RN.

3.3. Maria Florentina de Medeiros, nascida em 1914 em Florânia/RN.

3.4. João Garcia de Araújo, nascido em 1916 em Florânia/RN e se casou com Maria do Nascimento, ela sendo filha de José Maria do Nascimento e Anna Rita do Nascimento.

3.5. Modesto Lopes de Araújo, nascido aproximadamente em 1921.

3.6. Ester Adalgiza Medeiros de Araújo, nascida em 1924 em Florânia/RN.

3.7. Antônia, nascida em 1927 em Florânia/RN.

3.8. Maria Lopes de Araújo, nascida em 1928 em Flores/RN.


Os filhos de Maria Francellina de Araújo são:

4.1. Benedito Lopes Dantas, nascido em 1915 em Jucurutu/RN, se casou e desse matrimônio teve 01 filha. É ela:

4.1.1. Isabel Maria de Medeiros Dantas


4.2. Francisco Lopes Dantas, nascido em 1918 em Jucurutu/RN.

4.3. Ozias Lopes Dantas, nascido aproximadamente em 1919 e se casou em 1ª núpcia com Clidonia Fernandes de Araújo, ela sendo filha de Antônio Pereira de Araújo e Joaquina Fernandes de Araújo. Desse matrimônio tiveram 02 filhos.

Ozias, se casou em 2ª núpcia com Rita Severina da Cruz, ela sendo filha de João Alexandre Filho e Severina Josefa Alexandre.


4.4. José Quirino Lopes, nascido em 1920 em Jucurutu/RN.

4.5. Horácio Lopes Dantas, nascido em 1922 em Jucurutu/RN.

4.6. Manoel Quirino Dantas Filho, nascido em 1926 em Jucurutu/RN e se casou com Maria Fabina de Araújo, ela sendo filha de Manoel Lopez de Araújo e Fabina Figueira de Araújo.


4.7. Thomaz Lopes Dantas, nascido em 1928 em Jucurutu/RN.

4.8. Gentil Lopes Dantas, nascido em 1929 em Jucurutu/RN e se casou com Francisca Lopes de Araújo, ela sendo filha de Manoel Lopes de Araújo e Balbina Bezerra de Araújo.

4.9. Raimunda Lopes Dantas, nascida aproximadamente em 1932.

4.10. Maria de Lourdes Lopes Dantas, nascida em 1936 em Jucurutu/RN.

4.11. Maria de Fátima de Araújo, se casou com Nazianzeno Simão de Araújo, ele sendo filho de Pedro Simão de Araújo e Júlia Alves dos Santos.


As filhas do Pedro Lopes de Araújo são:

5.1. Maria Lopes de Araújo, nascida em 1917 em Florânia/RN.

5.2. Anália Araújo, nascida em 1918 em Florânia/RN.

5.3. Almira de Araújo Dantas, nascida em 1920 em Florânia/RN e se casou com José Félix Dantas, ele sendo filho de Manoel Félix Dantas e Maria Joanna de Souza.

5.4. Vicência Lopes de Araújo, nascida aproximadamente em 1931.


Os filhos de Benigna Francelina de Araújo são:

6.1. Francisca, nascida aproximadamente em 1917.

6.2. Osias Abdias de Araújo, nascido em 1919 em Caicó/RN e se casou em 1ª núpcia com Francisca Barros de Vasconcellos, ela sendo filho de Basílio de Medeiros Barros e Maria Eufrosina de Araújo. Desse matrimônio tiveram 01 filho. 

Osias Abdias, se casou em 2ª núpcia com Maria das Neves Medeiros, ela sendo filha de Victor Vital de Medeiros e Maria Dantas de Medeiros. Desse matrimônio tiveram 01 filha. 

6.3. Francisca de Araújo, nascida aproximadamente em 1923.

6.4. Francisco de Araújo, nascido aproximadamente em 1923.


Aviso importante

Os dados da árvore genealógica apresentados neste artigo foram extraídos do FamilySearch na data da publicação. Por isso, eventuais alterações feitas depois nos perfis das pessoas citadas na plataforma não aparecerão automaticamente aqui. Este conteúdo registra o estado da pesquisa naquele momento e serve como referência da versão consultada pelos leitores.


Declaração de Originalidade

O presente artigo foi produzido a partir de pesquisa autoral, com base em fontes históricas, documentais e bibliográficas devidamente referenciadas e passou por verificação de similaridade textual com ferramentas profissionais de detecção de plágio. As fontes utilizadas estão devidamente citadas, respeitando direitos autorais e boas práticas editoriais.



Texto de Eugênio Pacelly Alves




Referências bibliográficas:

Antônia Francellina de Araújo. Disponível em: >(Antônia Francellina de Araújo (1867–1916) • Pessoa • Árvore familiar (familysearch.org))<. Acesso em 17 de janeiro de 2024.

Flores, as tragédias de Zé Leão e João Porfirio. Disponível em: >(Flores, as tragédias de Zé Leão e João Porfírio – "Eu sou o cheiro saboroso do bugi" (wordpress.com))<. Acesso em 06 de janeiro de 2024.

Thomaz Lopes de Araújo. Disponível em: >(Thomaz Lopes de Araújo (1869–1954) • Pessoa • Árvore familiar (familysearch.org))<. Acesso em 17 de janeiro de 2024.